16 LIÇÕES PARA O FISIOTERAPEUTA QUE LIDA COM DISFUNÇÕES DE ASSOALHO PÉLVICO (PARTE 13)

LIÇÃO 13: COMO PROTEGER AS ESTRUTURAS DE SUPORTE DO ASSOALHO PÉLVICO?

 

lição 13 site

 

Músculos, ligamentos e fáscias envolvidos no suporte pélvico mostram adaptações em composição que permitem maior resposta de alongamento e tolerância que seus semelhantes em outras partes do corpo. No entanto, há relatos de redução da elasticidade dessas estruturas em mulheres com POP. Mulheres com POP também mostraram redução do conteúdo de músculo liso e nervo nos ligamentos suspensores e da parede vaginal. Como resultado clínico (como expressão clínica), o fisioterapeuta pode notar, ao exame físico, deficiência de tônus no repouso (baixo) dos MLA e falta de resposta elástica durante a palpação do assoalho pélvico. Uma prioridade para as mulheres que apresentam essas deficiências seria limitar as forças externas que agem sobre o assoalho pélvico, uma vez que esse tecido tem capacidade deficiente para responder a essas forças. As estratégias incluem: treino para minimizar o aumento da pressão intra-abdominal como em atividades de levantamento de pesos e de alto impacto, controle da tosse, da  constipação e do peso corpóreo, bem como realizar o treinamento dos músculos do assoalho pélvico (reabilitação do movimento e da postura, melhor dizendo, a meu ver)  para compensar as forças externas.

Dra Fernanda Saltiel

Consultora Científica BEC

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