Eletroterapia na Saúde da Mulher

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A utilização de correntes elétricas como recurso terapêutico não é novidade na prática fisioterápica. Porém, os princípios que norteiam a sua aplicação evoluíram, sendo, em sua maioria, diferentes daqueles historicamente propostos.

Como devem ser utilizadas as correntes elétricas na prática fisioterapêutica?

Hoje, é consenso na literatura que os benefícios induzidos por uma modalidade eletroterápica são dependentes das características da corrente e, principalmente, dos parâmetros elétricos utilizados durante a terapia. Não é o  “aparelho” o responsável pelo efeito observado, mas sim a corrente por ele gerada. Esta deve ser ajustada para provocar modificações fisiológicas específicas, levando em consideração o benefício terapêutico desejado, as características da estrutura / função a ser tratada e as evidências científicas que fundamentam a aplicação.

Quem pode manusear os equipamentos de eletroterapia?

Um dos profissionais mais capacitados para manusear esses equipamentos é o fisioterapeuta. Este é capaz de avaliar a indicação e adequadamente modular as correntes elétricas para cada situação. Não há, portanto, “protocolos de tratamentos” eletroterápicos. O grande desafio do fisioterapeuta é saber quando, como e até quando uma corrente elétrica pode trazer benefícios ao indivíduo que a recebe como modalidade terapêutica. Um adequado embasamento teórico é ponto de partida para a busca da prática baseada em evidências.

Então não perca a oportunidade de aprofundar mais seus conhecimentos nesse tema que é tão importante para prática clínica do fisioterapeuta.

Vem aí: 

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